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Segunda, 14 de maio de 2018 - 09:25:55
Brasil pode "revolucionar mercado de defensivos genéricos" em cinco anos 80% do portfólio de defensivos da Albaugh será formado por genéricos
Revolução
Em visita ao Brasil, cinco presidentes da companhia americana Albaugh reafirmaram sua aposta no agronegócio do País, discutiram soluções tecnológicas contra a ferrugem asiática e falaram sobre o potencial das vendas de defensivos genéricos no território n

Com filial no Brasil há apenas dois anos, a Albaugh é uma das empresas que mais cresceu no setor, com um share de passou de 1,5% para 2,4% e receitas que somaram US$ 200 milhões em 2017.

O grupo que visitou o País era integrado CEOs regionais Douglas Kaye, da Europa, Cesar Rojas, da Argentina, Pablo Díaz Toledo, doMéxico e Spencer Vance, dos EUA, além também do brasileiro Renato Seraphim. De acordo com o executivo brasileiro, com base em um levantamento feito pela consultoria internacional Ibisworld, a empresa espera que em apenas cinco anos 80% do portfólio de agroquímicos disponíveis no País seja formado por genéricos. "Até lá, pelo menos duas dezenas de compostos hoje vendidos como especialidades perderão patentes, abrindo oportunidades de negócios da ordem de oito bilhões de dólares”, comenta.

Com seus negócios baseados nas vendas de defensivos genéricos, a Albaugh pretende faturar uma receita de acima de US$ 500 milhões até 2021, com a unidade brasileira aumentando sua participação nos negócios da companhia de 9% para 25%. Seraphim explica que esse da empresa será fundamentado na oferta de insumos de alta qualidade a preços atrativos para o agricultor."Seguiremos ancorados num modelo arrojado de parceria com o agricultor. Nosso objetivo é o de revolucionar o mercado de defensivos agrícolas genéricos, pela oferta de um portfólio de alta qualidade, competitivo no tocante a preços e capaz de impulsionar o aumento da rentabilidade do agricultor”, garante ele.

Os CEOs percorreram áreas de soja no Mato Grosso, visitaram a Agrigenetica Land, que é uma empresa especializada na produção de híbridos não-transgênicos e também se reuniram com os pesquisadores Marcio Goussain e Fabiano Siqueri a fim de discutir futuras estratégias para o combate da ferrugem asiática na soja brasileira.

Texto/Fonte: Portal do agronegócio