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Terça, 19 de fevereiro de 2019 - 09:23:36
‘Li­ber­dade é o prin­cipal ponto do Mi­nis­tério da Edu­ca­ção’, diz nú­mero 2 da pasta
EDUCAÇÃO
“Não sa­bemos ainda como fazer de forma pre­cisa e sem errar”, acres­centou.

O prin­cipal ponto para ori­entar os tra­ba­lhos da nova equipe do Mi­nis­tério da Edu­cação (MEC) tem sido a busca pela “li­ber­dade do ci­dadão”, se­gundo Luiz An­tonio Tozi, se­cre­tário exe­cu­tivo da pasta.

“Temos um con­senso e o pró­prio pre­si­dente (Jair Bol­so­naro) tem também co­lo­cado como pri­o­ri­dade o apren­di­zado, para que o jovem tenha li­ber­dade e dis­cer­ni­mento para ser o que quiser”, disse na manhã desta se­gunda-feira, 18, em São Paulo, du­rante a aber­tura do se­mi­nário “Pri­o­ri­dades para a Edu­cação Bá­sica”, pro­mo­vido pelo Todos pela Edu­cação.

Dentre as pri­meiras ações pre­vistas pelo novo co­mando do MEC, está a re­gu­la­men­tação para o en­sino do­mi­ci­liar. A mo­da­li­dade, co­nhe­cida como ho­mes­cho­o­ling, não é li­be­rada no País e a sua re­gu­la­men­tação foi co­lo­cada como pri­o­ri­dade para os cem pri­meiros dias de go­verno – apesar de apenas cerca de 3,2 mil fa­mí­lias no País ade­rirem ao mo­delo, aten­dendo cerca de 6 mil cri­anças, o go­verno diz que quer dar li­ber­dade para os pais que optam por esse tipo de en­sino.

Tozzi também elencou ou­tros ob­je­tivos que são vistos como im­por­tantes para me­lhorar a edu­cação no Brasil, mas para elas ainda não há ne­nhuma ação ela­bo­rada. “Nin­guém du­vida que nós temos que au­mentar as pos­si­bi­li­dades de apren­di­zagem efe­tiva, que nós temos que pro­fis­si­o­na­lizar a car­reira dos pro­fes­sores, fazer um novo pro­cesso de re­dis­tri­buição (de re­cursos) para os Es­tados e mu­ni­cí­pios”, disse.

“Não sa­bemos ainda como fazer de forma pre­cisa e sem errar”, acres­centou.

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